
Câmera fixa com IA
Veo e Pixellot: hardware caro + assinatura obrigatória. Serve ao clube, não à quadra alugada por hora.
✗ Falha: preço e posse do equipamento.
Highlight Engine—todo atleta merece ter seus melhores momentos compartilhados.
A Hexagon transforma celulares comuns em um sistema multicâmera que grava, corta e entrega os melhores lances do esporte amador em tempo real — sem uma única câmera comprada.
A Highlight Engine conecta até 10 celulares comuns como um sistema multicâmera sincronizado e entrega os cortes dos melhores lances em segundos, ainda durante o jogo — sem equipamento profissional, sem edição.
Quem grava paga R$ 97 pela ferramenta profissional; quem é filmado paga R$ 49 pelos próprios lances; a arena paga R$ 297 para ter o sistema — cada jogo gravado fabrica os próximos assinantes.
Num jogo de society são 14 pessoas em campo e um jogo corrido: a chance de alguém ter filmado o seu gol é quase zero. As soluções que existem foram desenhadas para clubes, não para o atleta amador:

Veo e Pixellot: hardware caro + assinatura obrigatória. Serve ao clube, não à quadra alugada por hora.
✗ Falha: preço e posse do equipamento.

Custo alto por evento e entrega em dias — não existe equipe para os milhares de jogos de cada semana.
✗ Falha: não escala.

Grátis, mas vídeo tremido e de longe, sem cortes — e horas de edição que ninguém faz depois do jogo.
✗ Falha: o lance se perde do mesmo jeito.
O maior volume de esporte jogado no país — o amador — é praticamente invisível em vídeo.
O hardware já está na quadra: um celular comanda, até 10 filmam sincronizados. Um toque corta o mesmo lance de todos os ângulos, processado na nuvem e pronto para postar.
Mapa em tempo real — 1.900 quadras e campos cadastrados.
Compartilhe no Instagram, TikTok ou WhatsApp — com a marca da quadra no vídeo.



Futebol, futsal, futevôlei, basquete e vôlei — extensível a qualquer esporte coletivo de quadra ou campo.

Qualquer smartphone intermediário filma com qualidade de sobra para redes — o hardware de milhares de dólares já está no bolso do jogador.

TikTok, Reels e Shorts fizeram do corte de 15 segundos a unidade de consumo esportivo — e o amador quer se ver nesse formato.

Veo e Pixellot provaram a disposição a pagar por captura automática. A Hexagon remove a última barreira: o custo do equipamento.

Uma parceria estratégica de nuvem banca a migração da infraestrutura — escala global com custo marginal reduzido na hora de monetizar.
Estimativas de SAM/SOM da própria Hexagon a partir das fontes públicas citadas — método e premissas na seção de projeções.
Hardware caro atende clubes; os replays fixos BR provaram que a quadra paga — e a própria Veo validou o celular como câmera com o Veo Go. A Hexagon entra pelo lado que ninguém ocupa: o jogador e quem grava — em tempo real e multiângulo.
| Solução | Hardware | Custo de entrada | Recorrência | Tempo real | Multiângulo | Foco |
|---|---|---|---|---|---|---|
| FilmaEu | Câmeras fixas instaladas | Kit R$ 2,5–20 mil (pago pela quadra) | R$ 295/mês por quadra | Replay pós-lance | Não | Quadra (B2B) — 1.296 quadras |
| Chame o VAR | Câmeras fixas instaladas | Instalação + visita técnica | Assinatura por quadra | Replay pós-lance | Não | Quadra (B2B) — 350+ quadras |
| Veo | Câmera IA dedicada | US$ 1.299–1.998 | Assinatura obrigatória (1º ano ≈ US$ 2.100+) | Parcial (upload pós-jogo) | Não | Clubes e times |
| Veo Go | Celular no tripé (app da Veo) | Baixo — celular + suporte | Assinatura Veo (US$) | Não (upload + processamento) | Não — 1 celular | Times e clubes — análise pós-jogo |
| Pixellot | Câmera fixa instalada | Alto (instalação) | SaaS por campo | Sim (broadcast) | Não | Ligas, escolas, transmissão |
| Trace | Câmera + sensores | Hardware dedicado | Assinatura | Não | Não | Futebol juvenil (EUA) |
| Filmagem profissional | Equipe + equipamento | Alto por evento | Por serviço | Não | Depende da equipe | Eventos pontuais |
| Hexagon | Zero — celulares dos jogadores | R$ 0 | R$ 49–R$ 97/mês (opcional) | Sim, durante o jogo | Até 10 ângulos | Atleta amador + criadores |
Nada para vender, instalar ou manter — o produto viaja de jogador para jogador; a barreira é baixar um app.
Cada highlight postado carrega a marca da quadra e da Hexagon — o uso gera a aquisição.
1.900 quadras e 1.342 times já mapeados — quem copiar a feature começa sem o grafo.
“Todo atleta merece ter seus melhores momentos compartilhados” — copiar exige disputar o significado, não a feature.
O gravador assina o HE Pro como ferramenta de trabalho — uma pessoa, dez ângulos, zero edição; cada jogo gravado converte jogadores filmados em Jogador Pro e fabrica a própria distribuição. Arena, cobertura de eventos e patrocínio são motores secundários.
Motor de OFERTA: gera 100% dos jogos. Ferramenta de trabalho do videomaker — custa menos que um único jogo cobrado por ele. Anual: R$ 970.
Motor de RECEITA (59% do MRR): downloads ilimitados dos próprios lances, sem marca d’água. Anual: R$ 390.
Motor de MARGEM: cobrança direta, sem taxa de loja — cada arena vale ~7 Jogador Pro líquidos e onboarda os jogadores da casa.
Gravador assina HE Pro
R$ 97/mês — inbound via conteúdo de nicho
HE grava e corta
multicâmera em tempo real, zero hardware
Jogador filmado assina
R$ 49/mês pelos próprios lances
Conteúdo postado
cada lance baixado recruta os próximos jogadores e gravadores
↻ mais gravadores → mais jogos → mais assinantes e mais alcance — o ciclo recomeça
Vídeo avulso (R$ 4,90) segue 100% Hexagon; no roadmap, split 50/30/20 (gravador · lojas · Hexagon) apenas na venda individual sem marca d'água — assinaturas e patrocínio não têm participação do gravador.
36,1k seguidores próprios — e R$ 0 de mídia paga para conquistar os primeiros 8.500 usuários.
| Canal | Papel no funil | Frequência |
|---|---|---|
| Perfil Renato (fundador)Instagram 14,6kTikTok 12kYT 2,6k | Meio/fundo — build in public, produto | Diária |
| Perfil HexagonInstagram 5,4kTikTok 1,2kYT 211 | Fundo — produto e prova social | A cada 2 dias |
| Replay FC@replay.fc | Topo — futebol e cultura esportiva | Diária |
Build in public no @gmr.renato — origem da taxa medida: 1M views → 3k installs (0,3%).
O produto fabrica distribuição: no M12, 1.561 jogos/mês → 7,8k downloads → 1,6M impressões sociais → ~4,9k installs a 0,3% (taxa medida em 1M de views). Mídia paga só liga onde há jogo coberto — e só após o funil provar (M4).
Tudo conquistado sem mídia paga e sem monetização ativa — uma medição limpa de demanda.






Quem cria um jogo abre a Highlight Engine. O funil não sofre de falta de interesse — sofre das fricções de UX que a v1 corrige antes de ligar a monetização.
Demanda internacional já aparece organicamente — buscas e downloads das Américas, Europa e África. O app segue global; a venda, focada em São Paulo.
Renato MarinhoFounder · CEO
Vinicius Rosa
Iasmin Oliveira
Gustavo Costa
Ian Morais
Giovani Diniz
Renan Ronchi
Gabriel Brito
Karen Cunha
Wagner Alexandre
Caio SoaresO cenário em que a marca destaca: mesma máquina de conversão do plano, alavancas de aquisição no talo — e a mídia extra é paga pela própria receita.
Premissas de conversão quase idênticas ao plano (teto 2,5% vs 2,0% · churn 5% vs 6%) — o upside vem de aquisição, não de otimismo de conversão. 176 gravadores · 1.675 Jogador Pro no M12.
Tudo contra ao mesmo tempo: orgânico pela metade, zero mídia paga, inbound mínimo, conversão pela metade, churn alto. O que sobra?
No pior cenário, a empresa termina o ano viva — com caixa, base instalada crescendo e 505 jogos/mês sendo gravados. Sem rodada de emergência, sem diluição forçada: ajusta e tenta de novo no ano 2.
≥30 gravadores ativos · ≥400 jogos/mês · conversão ≥1,5% nas coortes filmadas · MRR ≥ R$ 15k. O plano passa em todos com folga (41 gravadores, 710 jogos, MRR R$ 20k no M6).
R$ 360k = 8 meses de pista mesmo com receita ZERO (R$ 45.000/mês: R$ 30k folha + R$ 5k infra + R$ 10k mkt). Com a receita do plano, o piso é R$ 83.197 — e o gatilho do M8 (corte de mídia) protege o pior caso.
Concluída a migração de infraestrutura — com desenvolvimento e créditos de nuvem cobertos por parceria estratégica —, o valuation de referência passa a R$ 5M. Entrar nesta rodada é entrar antes desse marco verificável.
Aporte dos sócios: ~R$ 500 mil investidos pelos sócios até agora e burn atual de ~R$ 12 mil/mês. Governança e pró-labore formalizados na rodada.
Rampa declarada (1,0%→2,0% até o M6) sobre coortes FILMADAS, não sobre a base; benchmark: mediana global freemium 2,1% (RevenueCat) — o plano promete a mediana, não a exceção; churn 6% e sazonalidade dez–fev no modelo.
Escopo fechado a partir da análise da v0; time que já entregou a v0 completa em produção; migração de infra coberta por parceria estratégica de nuvem.
Maiores causas de churn da v0 mapeadas (onboarding, QR Code, jogo-teste) e no núcleo da v1 — corrigidas antes de ligar a monetização.
Taxa de 15% já modelada; assinatura HE Pro pode migrar para checkout web próprio, fora das lojas.
Efeito de rede local (1.900 quadras e campos, 1.342 times), UGC embutido no produto e marca com causa; velocidade de execução como defesa.
Rodada financia contratações-chave; pró-labore garante dedicação integral do fundador; jurídico e administrativo internos desde o início.
Piso de R$ 83k (nunca negativo) com planos anuais pré-pagos, mídia condicionada ao funil e DAS por regime de caixa; gatilho do M8 corta mídia e eleva o piso; marco do M6 destrava a seed ANTES do aperto.
Sinalização nas quadras parceiras, papel de operador/controlador definido em contrato com a arena, política de retenção e canal de exclusão — implementados na v1, antes da escala.

Renato Marinho · Founder da Hexagon
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